sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Ruud van Empel



Ruud van Empel é um artista holandês, nasceu na cidade de Breda em 1958. Estudou na academia de artes plásticas de Sint Joost,  Breda, entre 1976 a 1981.
Seu trabalho é diversificado, atuou como designer, trabalhou com cenografia para teatro; foi diretor de arte para televisão em diversas produções cinematográficas; criou cartazes para filmes, programas, organizações e eventos culturais.

A forma de composição de Van Empel, seu método de trabalho, é um processo detalhista e complexo. Ele fotografa modelos profissionais em seu estúdio, e juntamente com  séries de fotografias de ambientes externos, paisagens, natureza, plantas e animais, reúne tudo para montar suas criações. Selecionando material de seu banco de imagens, extrai o que considera o melhor, e elabora suas obras através de softwares para tratamento de imagens.










/http://www.pavablog.com/2012/08/04/a-composicao-fotografica-de-ruud-van-empel/

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

PREZI (Artur Omar de Noronha)


Trabalho desenvolvido por Valdenir no PREZI a respeito do artista brasileiro Artur Omar de Noronha


Relatório da visita ao Museu da Gente Sergipana



UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS E DESING
PARTICIPANTES: AMANDA, CLEBERTON, NEUZA E VALDENIR.

Relatório da visita ao Museu da Gente Sergipana

No dia 06 de fevereiro de 2015, como combinado nosso grupo (Amanda, Cleberton, Neuza e Valdenir) se reuniu na frente do Museu da Dente Sergipana que fica localizado na Av. Ivo do Prado em Aracaju/Se. O clima estava muito agradável, e favorecia a nossa visita a um dos mais belos espaços arquitetônico e cultural de Sergipe.
 Ao passarmos na rampa de acesso ao prédio fomos recepcionados pela ilustre representação em escultura de um singular personagem da cultura popular do estado, o nosso Zé Peixe, em seguida fomos recebidos por uma das monitoras do museu. De inicio fomos comunicados pela monitora que estava acontecendo paralelamente 02 exposições: exposição de animais regionais e a dos mamulengos – Mestre Cheiroso. Após as apreciações das exposições fomos conduzidos ao andar superior do prédio.
No primeiro espaço que interagimos já podemos perceber a dimensão tecnológica do museu, esse espaço é chamado de Nossa Feira, em sua temática um personagem chamado de Josevende que quer vender os seus produtos. Acompanhado de uma gravação o visitante interage com o personagem, fala ao microfone e o “Josevende” faz a propaganda sobre seus produtos. Tudo isso é realizado por sensores que captam as ações de som, tornando o espaço dinâmico e interessante.
Já no espaço Nosso Repente e Cordel, tivemos a oportunidade de inventar versos e rimas ou em fim o que quiserem. Essas gravações foram transformadas em vídeos e quem quisesse poderia publicar no youtube, porém neguem quis publicar.
Em outro espaço que não conseguimos identificar que tinha como temática mostrar trajes típicos, com as projeções das imagens das roupas fomos descontraindo, dançando e fazendo gestos e etc... Nesse momento podemos iniciar um dialogo e comparar com os conteúdos abordados em sala de aula Neuza destacou a importância da busca por novas mídias e formas de interação com o publico.
A tarde estava maravilhosa então prosseguimos em nossa visita, desta vez visitamos os espaços Nossos Cabras e Nossos ecossistemas. No primeiro podemos ver e escutar depoimentos de personagens ilustres de nosso estado, a dinâmica esta nas projeções de movimentos de cabeças e lábios em telas grandes. Já o segundo é um ambiente escuro onde foi simulada uma viagem num barquinho, acompanhado de figuras de mangues e da diversidade do ecossistema e do litoral do estado.
Prosseguindo com nossa visita passamos na sala da Midiateca, onde através de um equipamento e utilizando fones de ouvido conhecemos um pouco do acervo e temáticas que o museu possui a exemplo das: festas, feiras, feijoada sergipana e nossos trajes.
Durante a visita vistamos ainda espaços como: Nossos Pratos, Nossas festas, Nosso Marcos. Dos quais destacamos Nossos Marcos, pois podemos ver e conhecer melhor os os monumentos arquitetônicos do Estado de Sergipe

Considerações finais dos participantes do grupo

Amanda O Museu da Gente Sergipana é diferente de outros museus porque não trabalha com coleção de objetos apenas, ele é inteiramente tecnológico. Lá você não fica a parte, apenas contemplando a obra, você interage com tudo que é exposto, o expectador e o museu se completam, uma experiência inteiramente fascinante. Essa interação só é possível com o apoio de aparatos da tecnologia como sensores, projetores de imagens e internet. Um museu vivo, diferente e atraente.
Cleberton – A experiência de visitar o museu foi de grande valia, pois deu a oportunidade de relacionar na prática alguns dos conteúdos abordados em sala de aula, contribuindo assim na minha formação e compreensão do universo da arte e novas tecnologias. As tecnologias servem de aliada nãos só em seu uso comum, mas em diversas outras possibilidades.
Neuza- Percebi que o avanço das tecnologias no museu está relacionado com o texto de Priscila Arantes – Arte no Circuito das Redes nos trabalhos dos artistas: Diana Domingues, Eduardo Kac entre outros.  Em minha opinião os museus em geral poderiam ser mais atrativos se houvesse maior disponibilização das tecnologias digitais.  O Museu é local de aprendizagem e de informação.  Já foi o tempo que Museu significava sala com objetos estáticos, os tempos são outros e a tecnologia faz parte do dia a dia na vida de todos.  A experiência sensorial fixa o aprendizado e faz lembrar com facilidade daquilo que se vê.  

Valdenir- O Museu é um local  que tem sido usado para  mostrar um pouco da cultura sergipana, principalmente para os turistas que não conhece nada da nossa cultura. A forma como ela é apresentada é bem interessante, através da tecnologia. Fiquei encantada com todas as salas e técnicas usadas em cada composição. Gostei muito da barraca do feirante e do espelho dos trajes.  Ao observar cada objeto fui trazendo a memória o que havia lido no livro Panorama da Arte Tecnológica, arte e mídia onde eles relatam a interação do home com a máquina.   

WALDEMAR CORDEIRO (APRESENTAÇÃO PREZI)


Trabalho desenvolvido no PREZI por Cleberton Paixão sobre o artista brasileiro WALDEMAR CORDEIRO um dos pioneiros da artemidia no Brasil.