UNIVERSIDADE
FEDERAL DE SERGIPE
DEPARTAMENTO
DE ARTES VISUAIS E DESING
PARTICIPANTES:
AMANDA, CLEBERTON, NEUZA E VALDENIR.
Relatório
da visita ao Museu da Gente Sergipana
No dia 06 de fevereiro
de 2015, como combinado nosso grupo (Amanda, Cleberton, Neuza e
Valdenir) se reuniu na frente do Museu da Dente Sergipana que fica localizado
na Av. Ivo do Prado em Aracaju/Se. O
clima estava muito agradável, e favorecia a nossa visita a um dos mais belos espaços
arquitetônico e cultural de Sergipe.
Ao passarmos na rampa de acesso ao prédio fomos
recepcionados pela ilustre representação em escultura de um singular personagem
da cultura popular do estado, o nosso Zé Peixe, em seguida fomos recebidos por
uma das monitoras do museu. De inicio fomos
comunicados pela monitora que estava acontecendo paralelamente 02 exposições:
exposição de animais regionais e a dos mamulengos – Mestre Cheiroso. Após as
apreciações das exposições fomos conduzidos ao andar superior do prédio.
No primeiro espaço que
interagimos já podemos perceber a dimensão tecnológica do museu, esse espaço é
chamado de Nossa Feira, em sua temática um personagem chamado de Josevende que
quer vender os seus produtos. Acompanhado de uma gravação o visitante interage
com o personagem, fala ao microfone e o “Josevende” faz a propaganda sobre seus
produtos. Tudo isso é realizado por sensores que captam as ações de som,
tornando o espaço dinâmico e interessante.
Já no espaço Nosso Repente
e Cordel, tivemos a oportunidade de inventar versos e rimas ou em fim o que
quiserem. Essas gravações foram transformadas em vídeos e quem quisesse poderia
publicar no youtube, porém neguem quis publicar.
Em outro espaço que não conseguimos
identificar que tinha como temática mostrar trajes típicos, com as projeções
das imagens das roupas fomos descontraindo, dançando e fazendo gestos e etc...
Nesse momento podemos iniciar um dialogo e comparar com os conteúdos abordados
em sala de aula Neuza destacou a importância da busca por novas mídias e formas
de interação com o publico.
A tarde estava maravilhosa então
prosseguimos em nossa visita, desta vez visitamos os espaços Nossos Cabras e
Nossos ecossistemas. No primeiro podemos ver e escutar depoimentos de
personagens ilustres de nosso estado, a dinâmica esta nas projeções de
movimentos de cabeças e lábios em telas grandes. Já o segundo é um ambiente
escuro onde foi simulada uma viagem num barquinho, acompanhado de figuras de
mangues e da diversidade do ecossistema e do litoral do estado.
Prosseguindo com nossa
visita passamos na sala da Midiateca, onde através de um equipamento e
utilizando fones de ouvido conhecemos um pouco do acervo e temáticas que o
museu possui a exemplo das: festas, feiras, feijoada sergipana e nossos trajes.
Durante a visita
vistamos ainda espaços como: Nossos Pratos, Nossas festas, Nosso Marcos. Dos
quais destacamos Nossos Marcos, pois podemos ver e conhecer melhor os os
monumentos arquitetônicos do Estado de Sergipe
Considerações finais
dos participantes do grupo
Amanda – O
Museu da Gente Sergipana é diferente de outros museus porque não trabalha com
coleção de objetos apenas, ele é inteiramente tecnológico. Lá você não fica a
parte, apenas contemplando a obra, você interage com tudo que é exposto, o
expectador e o museu se completam, uma experiência inteiramente fascinante.
Essa interação só é possível com o apoio de aparatos da tecnologia como
sensores, projetores de imagens e internet. Um museu vivo, diferente e
atraente.
Cleberton – A
experiência de visitar o museu foi de grande valia, pois deu a oportunidade de
relacionar na prática alguns dos conteúdos abordados em sala de aula,
contribuindo assim na minha formação e compreensão do universo da arte e novas
tecnologias. As tecnologias servem de aliada nãos só em seu uso comum, mas em
diversas outras possibilidades.
Neuza- Percebi que o avanço das tecnologias no
museu está relacionado com o texto de Priscila Arantes – Arte no Circuito das
Redes nos trabalhos dos artistas: Diana Domingues, Eduardo Kac entre
outros. Em minha opinião os museus em
geral poderiam ser mais atrativos se houvesse maior disponibilização das
tecnologias digitais. O Museu é local de
aprendizagem e de informação. Já foi o
tempo que Museu significava sala com objetos estáticos, os tempos são outros e
a tecnologia faz parte do dia a dia na vida de todos. A experiência sensorial fixa o aprendizado e
faz lembrar com facilidade daquilo que se vê.
Valdenir- O Museu é um local que tem sido
usado para mostrar um pouco da cultura sergipana, principalmente para os
turistas que não conhece nada da nossa cultura. A forma como ela é apresentada
é bem interessante, através da tecnologia. Fiquei encantada com todas as salas
e técnicas usadas em cada composição. Gostei muito da barraca do feirante e
do espelho dos trajes. Ao observar cada objeto fui trazendo a
memória o que havia lido no livro Panorama da Arte Tecnológica, arte e mídia
onde eles relatam a interação do home com a máquina.
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